O cheiro da morte,
degradante, vil,
de espasmos incontidos,
angústias e excreções...
Quem de súbito adoece
e definha?
Torpes sintomas
Que a moléstia
extravasa
E o corpo, inerte,
ainda vive...
Morte, desejada vilã
do alívio,
cessa o pulsar inválido
e leva então consigo...
Oh, estúpida morte,
que aterra e transforma:
Deixa a vida pulsar!!
Syara
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