Meu equilíbrio
compete apenas
a mim...
Todas as minhas
atitudes
todos os meus
centros
emanam de um mesmo
lugar:
o eu
a consciência
o ser
sentir essa
integridade
esse bastar-se
precisa de
coragem e
respeito com os ciclos.
Há ciclos curtos
como o dia
e longos
como uma lunação
ou longuíssimos,
como educar filhos.
Há até mesmo aqueles
cujo tempo não podemos
apreender, como o de nossa
própria existência
Cada ciclo em si
nos mostra
uma parte em
nós mesmos.
Tudo é ensinamento.
O equilíbrio entre
o fazer e a entrega
o sentir com o corpo e
o ver com a alma,
entre o impulso prático
e o impulso correto intuitivo
deve estar no
amor
sentimento tão amplo,
que pulsa para
todos em
qualquer atitude
positiva de
compaixão e tolerância.
Como poderá ser
tão abrangente, etéreo e eterno,
se algumas vezes pode
ser tão
encarcerado, carcereiro e pungente?
A resposta talvez esteja
no equilíbrio entre
todos os centros.
Que direção se lhes dá?
a que aprisionamentos
os imputamos, e a
nós próprios,
sem consciência ou pudor?
Libertar-se é SER
À nossa programação,
total equilíbrio e liberdade!
AIUÊ!!!
Syara.
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